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Final Fantasy X International

Final Fantasy X foi um dos grandes títulos do início da era PlayStation 2, embora jogadores puristas de RPG considerem este um jogo demasiadamente “J-Pop”, FFX tem muitos fãs e dá pra entender o porquê: ótimos gráficos, bela trilha, personagens bons (bom… pelo menos parte razoável deles eram), história interessante, gameplay excelente, etc.

Originalmente o game foi lançado em julho de 2001 no mercado japonês, e em dezembro nos EUA, não sendo o game original lançado na europa. Com o sucesso de vendas, foi lançado em janeiro de 2002 uma versão extendida do game no Japão, chamada “Final Fantasy X International”. Finalmente, a europa recebeu um lançamento oficial do game em maio de 2002, que apesar de chamado de “Final Fantasy X”, continha praticamente todas as alterações da versão International.

E quais são essas alterações?

Dublagem: Apesar de ser um game asiático, “FFX International” (assim como o FFX europeu) tem dublagem em inglês. Isso não é inédito no Japão, diversos games tem uma versão “International” ou “US version” lançada, que é basicamente o mesmo game só que com as vozes/legendas/menus em inglês. Shenmue e Shinning Force são dois exemplos que me vem à cabeça. Não existe opção de dublagem em japonês. A única forma de jogar FFX com dublagem original em japonês, é com o FFX (e não FFX International) japonês… o problema é que aí não existem legendas nem menus em inglês.

Legendas e menus: A versão International tem a opção de legendas e menus em inglês ou japonês, sendo isso escolhido no início do game e podendo ser alterado em menu ao longo do jogo. A versão européia não tem a opção do menu e legendas em japonês, sendo o game apenas em um idioma (inglês na versão do Reino Unido, francês na versão francesa, etc.)

Sphere Grid: Existem dois Spheres Grid para serem escolhidos nas versões International e européia, o sphere grid padrão (Standard) ou Expert. O Standard é muito semelhante ao Sphere Grid original, enquanto que o Expert tem muito mais liberdade, sendo, como o nome sugere, recomendado apenas para quem já é familiarizado com o sistema e sabe o que está fazendo.

Dark Aeons: São chefes opcionais, que estão em alguns locais específicos do jogo. Derrotando todos eles, um outro chefe opcional aparecerá, Penance.

Existem diversos outros “tweeks” no gameplay, como por exemplo novas skills, mas nada muito significativo.

E como é costume, Final Fantasy X International tem algumas variantes:

– Final Fantasy X International (Black Label, Japão): Além do game, esta versão acompanha um dvd-video bônus com entrevistas e um teaser para Final Fantasy X-2. Lembrando que este DVD é região 2.

-Final Fantasy X International (Ultimate Hits, Japão): Equivalente ao “Greatest Hits” norte americano. Não acompanha o DVD bônus, e a caixa tem a faixa cinza do Ultimate Hits.

– Final Fantasy X International (Asia): Versão distribuída pela Electronic Arts (EA) no resto da Ásia. Não acompanha o segundo DVD, a caixa é idêntica a versão Black Label japonesa, com exceção que há um pequeno laminado com o símbolo da EA.

Apenas para concluir, já que esta é uma dúvida recorrente, o que são aquelas perguntas no início do game? Já que elas são extremamente importantes, vamos a elas:

1) Qual Sphere Grid você gostaria de usar?

(a) Expert (b) International

2) Tem certeza?

(a) Sim (b) Não

3) Qual o idioma dos menus e legendas?

(a) Japonês (b) Inglês

Lembrando que durante o game você pode alterar o idioma, mas não o esquema de Sphere Grid.

 

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Guia de Coleção: Zelda Ocarina of Time

Aproveitando que o blog está nesse clima “Zelda” esta semana, e como o Gametrailers.com fez um excelente episódio de Pop Fiction dedicado ao mito da música do Fire Temple, aí vai um pequeno guia sobre as diferentes versões deste que é um dos melhores jogos de Nintendo 64 todos os tempos: “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”.

Lançado em 1998, o jogo teve uma tiragem limitada com o cartucho dourado e a caixa um pouco diferente, para as pessoas que fizessem pré-compra. Esta versão tem um preço superior à versão normal.

Existe ainda nos EUA a versão normal com cartucho cinza e a versão Player’s Choice, com algumas diferenças na caixa e cartucho. No restante dos países da América diferentes variações existem, como por exemplo a versão canadense com a caixa bilíngue (inglês e francês), a versão mexicana (manual em inglês e espanhol), além da versão brasileira lançada pela Gradiente.

A Europa e Japão seguem o mesmo padrão, com versão dourada e convencional. A versão dourada européia é especialmente rara, valendo algumas centenas de dólares.

Ocarina of Time foi lançado para Gamecube em três oportunidades diferentes:

– Na compilação “Zelda Collectors Edition” (ou “Zelda Collection” no Japão), contendo os jogos completos “Ocarina of Time”, “Majoras Mask”, os dois primeiros Zeldas para NES, além de um demo jogável de “Zelda: Wind Waker”.

– Em “Zelda Ocarina of Time – Master Quest”, contendo o jogo original e a versão “Master Quest”, com a dificuldade aumentada, alguns itens em locais diferentes, etc.

– Esse mesmo “Master Quest” foi dado de brinde num pacote com “Zelda Wind Waker”, para quem fizesse a pré-compra do jogo (EUA e Japão).

Diferenças no jogo:

Além das diferenças estéticas, interessante para colecionadores, o game tambem tem algumas diferenças mínimas no gameplay, de acordo com o zeldaspeedruns.com:

Três revisões distintas foram lançadas (1.0, 1.1 e 1.2), podendo ser diferenciadas por um número no label do cartucho, indicado na foto abaixo.

Por exemplo nas versões americanas:

1.0: NUS-CZGE-USA

1.1: NUS-CZLE-USA

1.2: NUS-CZLE-USA (01)

Todos os cartuchos dourados são a versão 1.0. Os cartuchos cinza podem ser de qualquer versão, embora a versão cinza 1.0 seja raríssima. Mas afinal, quais as diferenças?

A versão 1.0 tem alguns bugs a mais. (Mas não são bugs relevantes).

A versão 1.1 tem algumas correções de bugs. Tanto a versão 1.0 como a 1.1 tem uma versão diferente da música do Fire Temple, com canto e mais assustadora.

A 1.2 tem menos bugs e o sangue do Ganon é verde. Além da música do Fire Temple alterada.

Interessante notar a diferença na música. Boatos dizem que a alteração foi devido a semelhança da música original com um canto islâmico, e como a Nintendo não quer problemas, alteraram a música o quanto antes.

Versão original (1.0 e 1.1):

Versão alterada (1.2):

Todas as versões européias e todas as versões de Gamecube, independente da região, são 1.2.

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Guia de Coleção: Resident Evil

Acredito que Resident Evil não precisa de apresentação. É a série que redefiniu o gênero Survival Horror, tornando-o mainstream.

Resident Evil é uma série gigantesca, com diversas variantes dos mesmos jogos, e em muitos casos, com diferenças no gameplay delas. Por este motivo, irei me focar apenas nos lançamentos originais de PlayStation, que foram mais tarde adaptados para videogames como Saturn, Nintendo 64, Dreamcast e Gamecube.

Resident Evil 1

Lançado originalmente em 1996, o primeiro game da série Resident Evil teve três versões para Playstation:

Versão Long Box: Lançada no formato padrão dos videogames em CD da época (Sega CD, 3DO, Saturn, PlayStation). Embora não seja particularmente rara, é possivelmente a versão mais cara para Playstation, dentre os Resident Evil.

Versão Black Label (caixa normal): Resident Evil foi lançada em “long box” pouco antes da mudança do padrão de caixas de Playstation, e como o jogo continuava vendendo bem, foi feita então essa versão em caixa normal. Não existe nenhuma diferença entre os jogos.

Versão para Sega Saturn: A versão para Saturn contêm gráficos um pouco piores, além de algumas adições interessantes como o minigame “Battle Game” e a adição de algumas roupas alternativas.

Em 2002 o Gamecube recebeu um belíssimo remake do jogo original, que muito embora possa ser considerado um jogo novo por causa das diversas mudanças, decidi colocar nesse guia assim mesmo. Devido as boas vendas, o jogo foi lançado na versão normal e numa versão “Players Choice”, com uma tarja amarela no topo da capa. O mesmo jogo foi adaptado para o Wii com suporte aos motion controls do videogame e lançado em 2008, como “Resident Evil: Archives”.

Resident Evil Directors Cut

Lançado devido ao atraso do segundo jogo da série, Resident Evil Directors Cut contêm o jogo original, o modo “Beginner” (que é o mesmo jogo numa dificuldade bem menor) e o modo “Arrange”, com novos ângulos de câmera, itens em posições diferentes, dificuldade aumentada, etc. A versão Black Label contêm dois CDs, um deles sendo demo jogável de Resident Evil 2, a versão Greatest Hits contêm apenas um CD e é a única compatível com o joystick “Dual Shock”.

Resident Evil 2

Após muita espera, RE2 foi finalmente lançado, com mais ação e menos suspense.

A versão lançada originalmente tinha um selo amarelo na capa, com uma promoção sobre um futuro filme da série.

Mais tarde o jogo foi adaptado para o joystick dual shock, e alguns extras foram adicionados, como o minigame “Extreme Battle”, onde é possível jogar com Chris Redfield.

A versão para Nintendo 64 possui gráficos inferiores, porém diversas outras adições como roupas novas e um interessante modo onde os itens são espalhados aleatoriamente pelo jogo, tornando-o muito mais difícil. Além disso é um dos poucos jogos de Nintendo 64 que contêm cenas em CG, o que foi impressionante levando-se em consideração a capacidade inferior de armazenamento de dados de um cartucho.

Resident Evil 3

Para PlayStation, três variantes existem, todas idênticas com relação ao gameplay:

Versão Black Label de um disco.

Versão Black Label de dois discos, o segundo sendo o demo jogável de Dino Crisis. (Existe tambem o inverso: Dino Crisis com o demo jogável de Resident Evil 3).

Versão Greatest Hits: apenas um disco novamente. Ironicamente, esta é a versão mais difícil de ser encontrada dentre as três, embora não chegue a ser rara.

A versão de Gamecube é idêntica à de PlayStation, enquanto a de Dreamcast tem algumas adições, como a possibilidade de escolher a roupa logo no começo do logo.

Resident Evil Survivor

Resident Evil Survivor, ou Gun Survivor no Japão, é uma espécie de tentativa de Resident Evil entrar no mercado dos jogos em primeira pessoa. Apenas uma variante lançada, a versão black label.

Resident Evil 1.5

Resident Evil 2 estava cerca de 90% concluído quando foi riscado pela Capcom e seu desenvolvimento recomeçado praticamente do zero. Boatos dizem que o motivo para isso ter acontecido é que o jogo estava muito parecido com o primeiro. Existem pela internet um grande número de screenshots e vídeos do jogo, que não parecia estar nada mal.

De qualquer forma, deve existir em algum baú da Capcom essa versão hoje chamada de “1.5”, sendo com certeza o grande graal sagrado dos colecionadores de Resident Evil.

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Guia de Coleção: Space Channel 5

Space Channel 5 é um daqueles jogos que não dá pra explicar. Tentei fazer isso no meu segundo Micro Review, mas sinto que não cheguei nem perto de fazer justiça ao game, que é um dos mais criativos e divertidos a terem surgido no Dreamcast, e isso é dizer muita coisa.

Resumidamente, é um jogo de ritmo. Você ouve os inimigos fazerem tais movimentos e imita eles no mesmo ritmo, quando for seu turno. Quanto melhor você imita, maior a audiência do programa e maior a quantidade de seguidores durante as fases, tendo inclusive participação especial de um certo Michael Jackson, ou Space Michael como é chamado, nos dois jogos da série.

Ok, então a série é ótima pra todo jogador. Mas o que faz essa série tão interessante para colecionadores?

Space Channel 5 Part 1

Lançada originalmente para Dreamcast (1999 Japão, 2000 EUA e Europa), Space Channel 5 part 1 não é particularmente raro em nenhum sistema ou região. No entanto existem grandes diferenças entre as capas das regiões: No Dreamcast, a versão japonesa vem com a capa laminada, a versão americana vem com uma capa holográfica (além do manual com a capa normal que fica por baixo), a versão européia não tem nenhum “requinte” especial, mas é tambem diferente e bonita. Tambem existe uma versão “Dreamcast Collection” japonesa, que é uma espécie de versão “Greatest Hits” do Dreamcast japonês.

No PlayStation 2 o jogo foi lançado em 2002 apenas na Europa e Japão, com capas diferentes. A versão japonesa tem uma capa muito semelhante ao “Space Channel 5 Special Edition”, que seria lançado mais tarde, mas os dois jogos não devem ser confundidos.

Space Channel 5 Part 2

A versão de Dreamcast foi lançada em 2002 exclusivamente no Japão, sendo um dos jogos mais raros do sistema. Existe ainda uma caixa edição limitada contendo fone de ouvido, mochila, e, claro, o jogo. Esta caixa atinge preços exorbitantes, sendo uma peça interessantíssima em qualquer coleção.

Para PlayStation 2, o jogo foi lançado em 2002 no Japão e é relativamente comum. Tambem foi relançado por lá numa versão “Best”, novamente uma espécie de “Greatest Hits”. A versão européia foi lançada em 2003, sendo um dos jogos europeus mais raros para PlayStation 2.

Space Channel 5 Special Edition

Compilação lançada em 2003 apenas nos Estados Unidos, contendo os dois jogos da série. Esta foi a primeira vez que “Space Channel 5 part 2” foi lançado no mercado americano.

Space Channel 5 Ulala’s Cosmic Attack

Versão para Game Boy Advance do primeiro capítulo da série, lançada em 2003. Todas as versões tem a mesma capa, mudando apenas detalhes com relação aos selos (ESBR, etc).

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Guia de Coleção: Quadrilogia Phantasy Star

Apesar de não ter o mesmo número de seguidores de outros jogos de RPG como Final Fantasy, Phantasy Star é uma importante série da era 8/16 bits, aparecendo comumente em listas de melhores jogos da história tanto de especialistas como de jogadores.

Apesar de ter apenas quatro episódios da saga principal, e mais alguns spin-offs como a série Phantasy Star Online de Dreamcast e Gamecube, Phantasy Star ainda possui um apelo junto aos fãs de RPGs e colecionadores. Parte do interesse é mantido aceso graças ao lançamento ocasional de coletâneas para diversos consoles, como por exemplo Phantasy Star Collection para Game Boy Advance, contendo os 3 primeiros jogos da série.

Os preços e raridade dos jogos da série variam bastante, desde comum (Phantasy Star III) até absurdamente raro  como é o caso de Phantasy Star I (Phantasy Star Fukkokuban) para Mega Drive. As capas tambem variam bastante, dependendo da região de origem, sendo algumas muito mais bonitas do que outras, as capas japonesas sendo no geral melhores do que as ocidentais.

Phantasy Star

Lançado originalmente em 1987 para Sega Mark III (o Master System dos ocidentais), em 1988 para Master System nos EUA, e em 1994 para Mega Drive numa tiragem bem limitada. A versão para Mega Drive nada mais é do que a ROM da versão de Master System com um conversor para Mega Drive, jogo em japonês, nunca lançado no ocidente. A versão para Master System foi traduzida para português e lançada pela Tec Toy.

Phantasy Star II
Lançado para Mega Drive em 1989. As versões americanas e japonesas acompanham um mapa de jogo. Existe ainda um hintbook que foi lançado ao mesmo tempo que o jogo e comumente é vendido junto com o jogo em site de leilões. No entanto, o hintbook não faz parte do jogo completo.

Existe ainda uma versão em português traduzida pela Tec Toy. Nunca encontrei essa versão completa, embora ela exista.

Phantasy Star III

Lançado em 1990 e considerado a ovelha-negra da série, recebendo os piores reviews. O preço menor desse jogo é reflexo do menor interesse do público por este jogo.

A versão japonesa acompanha um mapa, ausente nas outras versões.

Existe uma versão em português quem tem se tornado cada vez mais rara, lançada pela Tec Toy. A capa desta versão é um pouco diferente, respeitando os padrões da Tec Toy da época.

Phantasy Star IV

Talvez o melhor jogo da série. Lançado em 1993 no Japão e em 1995 nos EUA. A versão japonesa é conhecida como “Phantasy Star The End of Millenium” e acompanha um mapa, ausente nas versões americanas e européias. Único da série que não foi traduzido para português.

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Working Designs

Working Designs foi uma empresa envolvida na adaptação e publicação de diversos jogos nos EUA, investindo no lançamento de RPGs e jogos de estratégia que foram “hit” no Japão. Boa parte desses lançamentos se tornariam clássicos-cult no ocidente, como por exemplo a série Lunar, embora poucos jogos atingiram vendas realmente impressionantes (talvez a única exceção seja Alundra para PlayStation, que teve boas vendas em seu lançamento).

Uma das características dessa empresa era sua excelência com designs de seus produtos. E não falo dos jogos em si não, falo das caixas mesmo. Desenhos bonitos, detalhes laminados, etc. Aí está, a direita, Jurassic Park, uma capa que não é particularmente feia ou bonita, e um lançamento da Working Designs, Popful Mail, ao lado. Lembrando que a capa da Working Designs tem detalhes laminados que são difíceis de se perceber numa foto, ou seja, pessoalmente é ainda melhor:

Fica claro que qualquer colecionador adora ter um jogo desses na prateleira.

E ainda tem outro detalhe que é o sonho/pesadelo dos colecionadores: variantes do mesmo jogo.

A Working Designs lançava com frequência diferentes designs dos cds e/ou encartes do mesmo jogo, sendo algumas variantes extremamente raras, atingindo valores até cinco vezes maiores que as variantes comuns. Lunar Silver Star para Sega CD é um exemplo extremo dessa característica deles, com sete variações conhecidas. Por outro lado, Lunar Eternal Blue para Sega CD não tem nenhuma variante. Abaixo, as sete variações conhecidas do Silver Star e mais a única do Lunar Eternal Blue, da coleção do nebrazca:

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Sim, conhecidas. Isso porque sempre aparecem boatos sobre variações novas. Alundra por exemplo, acredita-se que exista uma variante de encarte ainda não encontrada, talvez usada para uma produção-piloto e depois nunca mais usada.

Lembrando que as diferenças são apenas externas. Os jogos são absolutamente iguais, em todos os casos.

De qualquer forma, a empresa fechou as portas em 2005, com jogos lançados para TurboGrafx 16, Sega CD, Sega Saturn, PlayStation e PlayStation 2. Uma grande pena para colecionadores e claro, fãs de jogos de RPG, estratégia, space shooters e etc. Aí está uma lista com todos os títulos lançados, de acordo com a sempre confiável (*sarcasmo) wikipedia:

– Turbo Grafx 16 e Turbo Duo:

Cadash, Cosmic Fantasy 2, Exile, Exile: Wicked Phenomenon, Parasol Stars, Vasteel.

– Sega CD:

Lunar Silver Star, Lunar Eternal Blue, Popful Mail, Vay.

– Sega Saturn:

Albert Odyseey, Dragon Force, Iron Storm, Magic Knight Rayearth, Sega Ages, Shining Wisdom.

– PlayStation:

Alundra, Arc the Lad Collection, Elemental Gearbolt, Lunar Silver Star Story Complete, Lunar 2 Eternal Blue Complete, Raystorm, RayCrisis, Silhouette Mirage, Thunder Force V, Vanguard Bandits.

– PlayStation 2:

Growlanser Generations, Gungriffon Blaze, Silpheed: The Lost Planet.

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