Arquivo da categoria: Mega Drive

Pier Solar

Após tanta espera (game pré-comprado em dezembro de 2008, enviado em 15 de dezembro de 2010, recebido em 14 de março de 2011), finalmente tenho minha cópia de Pier Solar, o último lançamento para o Mega Drive.

Último lançamento para Mega Drive?

Sim, pois Mega Drive é um video game com uma ativa cena Homebrew, assim como o NES e alguns outros sistemas.

O game é um RPG completamente original, feito por uma equipe de talentosos amadores. A caixa do game é absurdamente linda. Não sei quanto ao resto, ainda não abri e possivelmente não irei abrir por enquanto (falta de tempo pra jogar no momento), mas pelas fotos que andei vendo, todo o material é de excelente qualidade. Também acompanha uma simpática cartinha pedindo desculpas pelos numerosos atrasos na produção.

Qual uma das maiores fraquezas do Mega Drive? Com certeza a música. Então para contornar esse defeito, o game acompanha um CD de Sega CD, que pode ser usado junto com o cartucho, dando assim ao game trilha sonora de excelente qualidade. Não tem um Sega CD? Então o game terá a trilha sonora normal que você espera do Mega Drive. Uma pena que essa ótima idéia não foi muito explorada na época em que o Mega Drive era um console vivo.

Foram produzidas 3 versões de Pier Solar: Uma americana (essa das fotos abaixo), uma européia e outra japonesa. A diferença nas versões ficam na caixa/manual/cartucho e nos idiomas do jogo. Todas as versões são compatíveis com todas as regiões (Versão japonesa no console americano, por exemplo). Um novo lote será enviado em breve, então quebrem o porquinho e façam a compra no site oficial, vale a pena.

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Arquivado em Coleção, Homebrew, Mega Drive, Sega CD

Mas que cabeças exatamente…?

“Use sua cabeça. As duas”.

É óbvio que se trata do clássico DeCap Attack para Mega Drive. Pervertidos.

 

Mas bem que poderia ser um puzzle erótico tambem…

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Será que assim o tempo passa mais rápido?

Em 1994 a Sega lançou um dos melhores jogos para Mega Drive: Sonic & Knuckles. E como é comum nos EUA, um pequeno brinde foi oferecido para aqueles que fizessem a pré-compra do jogo: um relógio de pulso do game.

Relógio de pulso Sonic & Knuckles

Relógio de pulso Sonic & Knuckles

O relógio está longe de ser um simples relógio vagabundo de criança: Tem uma pulseira de plástico de boa qualidade, analógico a quartzo e movimento suiço.

Um item interessantíssimo para colecionadores de Sonic.

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Guia de Coleção: Quadrilogia Phantasy Star

Apesar de não ter o mesmo número de seguidores de outros jogos de RPG como Final Fantasy, Phantasy Star é uma importante série da era 8/16 bits, aparecendo comumente em listas de melhores jogos da história tanto de especialistas como de jogadores.

Apesar de ter apenas quatro episódios da saga principal, e mais alguns spin-offs como a série Phantasy Star Online de Dreamcast e Gamecube, Phantasy Star ainda possui um apelo junto aos fãs de RPGs e colecionadores. Parte do interesse é mantido aceso graças ao lançamento ocasional de coletâneas para diversos consoles, como por exemplo Phantasy Star Collection para Game Boy Advance, contendo os 3 primeiros jogos da série.

Os preços e raridade dos jogos da série variam bastante, desde comum (Phantasy Star III) até absurdamente raro  como é o caso de Phantasy Star I (Phantasy Star Fukkokuban) para Mega Drive. As capas tambem variam bastante, dependendo da região de origem, sendo algumas muito mais bonitas do que outras, as capas japonesas sendo no geral melhores do que as ocidentais.

Phantasy Star

Lançado originalmente em 1987 para Sega Mark III (o Master System dos ocidentais), em 1988 para Master System nos EUA, e em 1994 para Mega Drive numa tiragem bem limitada. A versão para Mega Drive nada mais é do que a ROM da versão de Master System com um conversor para Mega Drive, jogo em japonês, nunca lançado no ocidente. A versão para Master System foi traduzida para português e lançada pela Tec Toy.

Phantasy Star II
Lançado para Mega Drive em 1989. As versões americanas e japonesas acompanham um mapa de jogo. Existe ainda um hintbook que foi lançado ao mesmo tempo que o jogo e comumente é vendido junto com o jogo em site de leilões. No entanto, o hintbook não faz parte do jogo completo.

Existe ainda uma versão em português traduzida pela Tec Toy. Nunca encontrei essa versão completa, embora ela exista.

Phantasy Star III

Lançado em 1990 e considerado a ovelha-negra da série, recebendo os piores reviews. O preço menor desse jogo é reflexo do menor interesse do público por este jogo.

A versão japonesa acompanha um mapa, ausente nas outras versões.

Existe uma versão em português quem tem se tornado cada vez mais rara, lançada pela Tec Toy. A capa desta versão é um pouco diferente, respeitando os padrões da Tec Toy da época.

Phantasy Star IV

Talvez o melhor jogo da série. Lançado em 1993 no Japão e em 1995 nos EUA. A versão japonesa é conhecida como “Phantasy Star The End of Millenium” e acompanha um mapa, ausente nas versões americanas e européias. Único da série que não foi traduzido para português.

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Como éramos inocentes…

Fuçar revistas de video game velhas pela internet é algo fascinante. Além do design “retrô”, das propagandas cafonas, das bugigangas made-in-Brazil toscas (Dynavision, alguém?), dos reviews de jogos “alternativos” (Street Fighter III para NES numa edição da Ação Games, por exemplo), podemos olhar para o passado e ver o quão errado os avaliadores podiam ser.

Apesar, é claro, que “errado” é uma palavra muito forte. No fundo avaliações são opiniões, e cada um tem a sua. Mas de qualquer forma, algumas coisas são difíceis de se explicar quando acreditamos que a pessoa que escreve é imparcial. Vamos olhar para esta edição da revista Ação Games, número 7, de novembro de 1991:

A primeira coisa legal a se notar é a capa. Em 1991 CD estava longe de ser popular aqui no Brasil, e jogos usando essa tecnologia com certeza excitavam a mente dos jogadores. Apesar dos videogames de CD já existirem nessa época, ainda faltava uns bons anos até a tecnologia ser boa o suficiente para se produzir um bom videogame. Mas isso é assunto para outro tópico.

Vamos falar sobre avaliações. Bom, como a capa mostra, um dos jogos da edição nada mais é do que “Phantasy Star” para Master System, um dos jogos mais revolucionários da história, com certeza um RPG obrigatório que todo retrogamer deve cedo ou tarde colocar no currículo. Aí está o veredito sobre o jogo, segundo eles:

Nota máxima apenas no desafio. Ok, é um jogo difícil mesmo… Mas gráficos e sons não são nota “3/5”, não senhor. Será que os avaliadores são tão rígidos assim?

Então vamos responder essa pergunta com o veredito de outro jogo, um sabidamente ruim, Fantasia para Mega Drive. Talvez o pior jogo do Mickey para o sistema:

Nota máxima?! Mas nem naquela época Fantasia era um bom jogo! Por que essa diferença gritante entre PS1 e Fantasia? Será que os avaliadores não pesavam a máquina? Afinal, é óbvio que som e gráficos serão piores no Master System, o certo seria levar isso em conta e julgar o jogo contra um “ideal teórico” para cada sistema.

Tendo isso em mente, vamos olhar para outro jogo de Master System dessa mesma edição: “Captain Silver”. É um jogo completamente esquecível, nada de mais, nada de menos.

Nota máxima de novo?! Ok, agora podemos afirmar, é sem dúvida uma má-avaliação. Talvez nem seja culpa do avaliador. Afinal, só estão olhando 3 aspectos do game, sendo 2 técnicos e apenas 1 que influencia o gameplay. Mais tarde a revista adotaria outros critérios importantes baseados no gameplay, como jogabilidade, mas por enquanto não havia isso. Sem falar que os textos são vagos e só dizem nas entrelinhas se um jogo é bom ou ruim.

Saindo um pouco do PS1, podemos torcer o nariz tambem para essa descrição de jogo, “Fighting Street”. Não, não escrevi errado, é esse o nome do port para PC-Engine de Street Fighter 1. O jogo no fliperama já era meio quebrado, no PC-Engine era praticamente injogável:

Movimentos bonitos e radicais. Ai ai…

Mas nem tudo está perdido. Afinal, Dick Tracy para Mega Drive teve uma boa nota, e este jogo é um clássico:

Num mundo sem internet, a fonte de informação dos gamers eram basicamente contra-capas de jogos e essas revistas. E nem sempre as revistas eram menos parciais que as contra-capas…

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Micro Reviews Ep 01: Desenhos animados

Primeiro vídeo de micro reviews, com os jogos Aladdin (Mega Drive), Tiny Toon (Nintendinho) e Goof Troop (Super Nintendo).

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Button Smashers – Streets of Rage 2

Você sempre quis usar golpes de jogos de videogame na vida real? Então esse programa é para você.

Neste episódio (o único por enquanto), Ray Amsley aplica os golpes de Streets of Rage 2 em situações reais.

E lembre-se: nunca aceite um estupro de ninguém.

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