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Micro Reviews Ep 05: Games baseados em animes

Micro resenhas dos jogos “Ghost in the Shell” (PlayStation), “Pokémon Puzzle League” (Nintendo 64) e “Record of Lodoss War” (Dreamcast).

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Guia de Coleção: Zelda Ocarina of Time

Aproveitando que o blog está nesse clima “Zelda” esta semana, e como o Gametrailers.com fez um excelente episódio de Pop Fiction dedicado ao mito da música do Fire Temple, aí vai um pequeno guia sobre as diferentes versões deste que é um dos melhores jogos de Nintendo 64 todos os tempos: “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”.

Lançado em 1998, o jogo teve uma tiragem limitada com o cartucho dourado e a caixa um pouco diferente, para as pessoas que fizessem pré-compra. Esta versão tem um preço superior à versão normal.

Existe ainda nos EUA a versão normal com cartucho cinza e a versão Player’s Choice, com algumas diferenças na caixa e cartucho. No restante dos países da América diferentes variações existem, como por exemplo a versão canadense com a caixa bilíngue (inglês e francês), a versão mexicana (manual em inglês e espanhol), além da versão brasileira lançada pela Gradiente.

A Europa e Japão seguem o mesmo padrão, com versão dourada e convencional. A versão dourada européia é especialmente rara, valendo algumas centenas de dólares.

Ocarina of Time foi lançado para Gamecube em três oportunidades diferentes:

– Na compilação “Zelda Collectors Edition” (ou “Zelda Collection” no Japão), contendo os jogos completos “Ocarina of Time”, “Majoras Mask”, os dois primeiros Zeldas para NES, além de um demo jogável de “Zelda: Wind Waker”.

– Em “Zelda Ocarina of Time – Master Quest”, contendo o jogo original e a versão “Master Quest”, com a dificuldade aumentada, alguns itens em locais diferentes, etc.

– Esse mesmo “Master Quest” foi dado de brinde num pacote com “Zelda Wind Waker”, para quem fizesse a pré-compra do jogo (EUA e Japão).

Diferenças no jogo:

Além das diferenças estéticas, interessante para colecionadores, o game tambem tem algumas diferenças mínimas no gameplay, de acordo com o zeldaspeedruns.com:

Três revisões distintas foram lançadas (1.0, 1.1 e 1.2), podendo ser diferenciadas por um número no label do cartucho, indicado na foto abaixo.

Por exemplo nas versões americanas:

1.0: NUS-CZGE-USA

1.1: NUS-CZLE-USA

1.2: NUS-CZLE-USA (01)

Todos os cartuchos dourados são a versão 1.0. Os cartuchos cinza podem ser de qualquer versão, embora a versão cinza 1.0 seja raríssima. Mas afinal, quais as diferenças?

A versão 1.0 tem alguns bugs a mais. (Mas não são bugs relevantes).

A versão 1.1 tem algumas correções de bugs. Tanto a versão 1.0 como a 1.1 tem uma versão diferente da música do Fire Temple, com canto e mais assustadora.

A 1.2 tem menos bugs e o sangue do Ganon é verde. Além da música do Fire Temple alterada.

Interessante notar a diferença na música. Boatos dizem que a alteração foi devido a semelhança da música original com um canto islâmico, e como a Nintendo não quer problemas, alteraram a música o quanto antes.

Versão original (1.0 e 1.1):

Versão alterada (1.2):

Todas as versões européias e todas as versões de Gamecube, independente da região, são 1.2.

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Feliz aniversário, Link!

Lançado no Japão no dia 21 de fevereiro de 1986, há exatos 25 anos atrás, The Legend of Zelda rapidamente se tornou um “hit” no Nintendo Entertainment System, e é sem dúvida um dos jogos que definem o sistema.

A série, é claro, é um dos maiores sucessos da Nintendo, com dezenas de jogos ao longo dos anos, passando pelo NES, Super Nintendo, Game Boy, Game Boy Color, Nintendo 64, Game Boy Advance, Gamecube, Nintendo DS, Wii, e é claro, Philips CD-i.

Embora as palavras “CD-i” e “sucesso” não devem nunca estar juntas na mesma frase. Mas isso é outra história.

Feliz aniversário, Link! Muitos anos de vida!

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Ahhh, uhhhh, ooooh

Aparentemente, uma moça gemendo e grunhindo foi o melhor jeito de se vender Zelda: Ocarina of Time no Japão…

É, estou longe de entender o oriente.

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Guia de Coleção: Resident Evil

Acredito que Resident Evil não precisa de apresentação. É a série que redefiniu o gênero Survival Horror, tornando-o mainstream.

Resident Evil é uma série gigantesca, com diversas variantes dos mesmos jogos, e em muitos casos, com diferenças no gameplay delas. Por este motivo, irei me focar apenas nos lançamentos originais de PlayStation, que foram mais tarde adaptados para videogames como Saturn, Nintendo 64, Dreamcast e Gamecube.

Resident Evil 1

Lançado originalmente em 1996, o primeiro game da série Resident Evil teve três versões para Playstation:

Versão Long Box: Lançada no formato padrão dos videogames em CD da época (Sega CD, 3DO, Saturn, PlayStation). Embora não seja particularmente rara, é possivelmente a versão mais cara para Playstation, dentre os Resident Evil.

Versão Black Label (caixa normal): Resident Evil foi lançada em “long box” pouco antes da mudança do padrão de caixas de Playstation, e como o jogo continuava vendendo bem, foi feita então essa versão em caixa normal. Não existe nenhuma diferença entre os jogos.

Versão para Sega Saturn: A versão para Saturn contêm gráficos um pouco piores, além de algumas adições interessantes como o minigame “Battle Game” e a adição de algumas roupas alternativas.

Em 2002 o Gamecube recebeu um belíssimo remake do jogo original, que muito embora possa ser considerado um jogo novo por causa das diversas mudanças, decidi colocar nesse guia assim mesmo. Devido as boas vendas, o jogo foi lançado na versão normal e numa versão “Players Choice”, com uma tarja amarela no topo da capa. O mesmo jogo foi adaptado para o Wii com suporte aos motion controls do videogame e lançado em 2008, como “Resident Evil: Archives”.

Resident Evil Directors Cut

Lançado devido ao atraso do segundo jogo da série, Resident Evil Directors Cut contêm o jogo original, o modo “Beginner” (que é o mesmo jogo numa dificuldade bem menor) e o modo “Arrange”, com novos ângulos de câmera, itens em posições diferentes, dificuldade aumentada, etc. A versão Black Label contêm dois CDs, um deles sendo demo jogável de Resident Evil 2, a versão Greatest Hits contêm apenas um CD e é a única compatível com o joystick “Dual Shock”.

Resident Evil 2

Após muita espera, RE2 foi finalmente lançado, com mais ação e menos suspense.

A versão lançada originalmente tinha um selo amarelo na capa, com uma promoção sobre um futuro filme da série.

Mais tarde o jogo foi adaptado para o joystick dual shock, e alguns extras foram adicionados, como o minigame “Extreme Battle”, onde é possível jogar com Chris Redfield.

A versão para Nintendo 64 possui gráficos inferiores, porém diversas outras adições como roupas novas e um interessante modo onde os itens são espalhados aleatoriamente pelo jogo, tornando-o muito mais difícil. Além disso é um dos poucos jogos de Nintendo 64 que contêm cenas em CG, o que foi impressionante levando-se em consideração a capacidade inferior de armazenamento de dados de um cartucho.

Resident Evil 3

Para PlayStation, três variantes existem, todas idênticas com relação ao gameplay:

Versão Black Label de um disco.

Versão Black Label de dois discos, o segundo sendo o demo jogável de Dino Crisis. (Existe tambem o inverso: Dino Crisis com o demo jogável de Resident Evil 3).

Versão Greatest Hits: apenas um disco novamente. Ironicamente, esta é a versão mais difícil de ser encontrada dentre as três, embora não chegue a ser rara.

A versão de Gamecube é idêntica à de PlayStation, enquanto a de Dreamcast tem algumas adições, como a possibilidade de escolher a roupa logo no começo do logo.

Resident Evil Survivor

Resident Evil Survivor, ou Gun Survivor no Japão, é uma espécie de tentativa de Resident Evil entrar no mercado dos jogos em primeira pessoa. Apenas uma variante lançada, a versão black label.

Resident Evil 1.5

Resident Evil 2 estava cerca de 90% concluído quando foi riscado pela Capcom e seu desenvolvimento recomeçado praticamente do zero. Boatos dizem que o motivo para isso ter acontecido é que o jogo estava muito parecido com o primeiro. Existem pela internet um grande número de screenshots e vídeos do jogo, que não parecia estar nada mal.

De qualquer forma, deve existir em algum baú da Capcom essa versão hoje chamada de “1.5”, sendo com certeza o grande graal sagrado dos colecionadores de Resident Evil.

2 Comentários

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Não é nenhuma Brastemp…

Winback para Nintendo 64, e mais tarde adaptado para PlayStation 2, é um bom jogo. O game foi produzido pela Koei no final dos anos 90 tentando se aproveitar do grande sucesso de Metal Gear Solid para PlayStation, seguindo um gameplay de “stealth” semelhante.

O jogo se aproveita tanto da fama de MGS que eles até mesmo tentam deixar clara a semelhança entre os dois jogos, na contra-capa do game:

“A coisa mais próxima de Metal Gear Solid para o seu Nintendo 64”. É como se a própria caixa te falasse: “Ok, o game é pior que Metal Gear Solid. Mas você não tem outra opção.”

Um bom jogo como Winback merecia um tratamento um pouco melhor…

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